O Parlamento dos Jovens – Secundário na primeira pessoa

A participação no Parlamento dos Jovens é uma experiência enriquecedora que oferece aos jovens a oportunidade de se envolverem ativamente no processo democrático.

Os mais novos têm a oportunidade de debater questões relevantes, propor soluções e influenciar políticas públicas que impactam as suas vidas e comunidades. Além disso, esta experiência proporciona um espaço inclusivo onde os jovens podem fazer-se ouvir, promovendo a representatividade e a diversidade de perspetivas na tomada de decisões.

Na fase inicial, a da criação de listas e apresentação das medidas, o mais interessante foi efetivamente a discussão de ideias e o desenvolvimento de estratégias para captar votos.

Seguidamente, desenrolou-se a Sessão Escolar, sendo esta o culminar da primeira fase oficial do projeto, que consistiu no debate entre os deputados eleitos de cada lista, com o objetivo de decidir quais as medidas que iriam avançar para a próxima fase e representar a escola.

O passo seguinte foi a Sessão Distrital, onde todas as medidas de cada escola do círculo do Porto foram apresentadas e, tal como na Sessão Escolar, foram discutidas e aprovadas. Esta sessão desenrolou-se em dois dias, 18 e 19 de março: no primeiro dia, foi feita a apresentação e o debate na generalidade de todas as medidas apresentadas, juntamente com a eleição da escola que teria as medidas mais coerentes e consistentes com o tema; no segundo dia, ocorreu o debate na especialidade das medidas da escola eleita, o melhoramento das medidas e a eleição dos deputados que seriam os representantes do circuito do Porto na Sessão Nacional.

Participar no Parlamento dos Jovens é muito mais do que uma simples experiência política, é também um estímulo para o fortalecimento da democracia.

Ao longo deste percurso nós, jovens, adquirimos competências valiosas, ampliamos os nossos horizontes e encontramos uma plataforma para expressar as nossas opiniões e causar um impacto positivo nas nossas comunidades.

Através do diálogo, da colaboração e da defesa de ideias, não contribuímos apenas para a formulação de políticas mais inclusivas e representativas, mas também nos tornamos agentes de mudança para um futuro mais justo e equitativo.

Inês Campos (12.º B) e Inês Silva (12.º C)